top of page


Buscar


SE JÁ SABEMOS QUE O EU É FLUIDO, PORQUE CONTINUAMOS A TENTAR TRANSFORMAR-NOS EM ALGO SÓLIDO?
Há doze anos atrás, estava a estudar Belas-Artes na Central Saint Martins e interessava-me pela ideia de que a identidade talvez não seja tão singular como tendemos a imaginar: de que talvez não exista um eu fixo alojado algures dentro de nós, à espera de ser conhecido. Talvez exista, em vez disso, algo mais fluido: eus que surgem e desaparecem, que ganham forma em relação ao tempo, ao contexto, à memória e uns aos outros. Na altura, fiz um projeto chamado Photography of Noth
ritacabralesilva
há 5 dias15 min de leitura
bottom of page